Consultoria para pós-vendas, serviços conectados e gestão de rede de concessionários — no agronegócio e na indústria de máquinas. Poucos projetos por vez, com profundidade e resultado medido.
Todo fabricante e toda rede de distribuição tentando sair da venda de máquina para a venda de resultado esbarra na mesma parede: o concessionário não foi equipado para vender o serviço, sustentar a operação e ganhar dinheiro com ela. Não é falta de vontade do canal — é ausência de infraestrutura, prova, modelo comercial e gente pronta. A Ritter Partners existe para colocar essas quatro alavancas no lugar.
Fomos forjados em dezessete anos de campo, fábrica e rede — não em teoria de consultoria genérica. É de lá que vêm as quatro alavancas que sustentam cada projeto da Ritter Partners.
Serviço e tecnologia só viram receita quando quatro coisas andam juntas. A maioria do mercado domina uma ou duas. Nosso trabalho é fazer as quatro funcionarem — juntas.
A base física e digital do pós-venda — dos centros de serviço à telemetria das máquinas.
Dado que mostra a conta fechando. Sem prova, o cliente não paga e a rede não vende.
Como o concessionário ganha dinheiro com serviço — não só com a venda do ferro.
Gente formada e certificada dentro da própria rede, sem dependência de fora.

Construo os negócios que acontecem depois que a máquina é vendida. Dezessete anos de indústria — boa parte deles em campo, fábrica e concessionário antes de chegar à liderança — me ensinaram que pós-vendas, serviços conectados e desenvolvimento de rede resolvem a mesma pergunta: como fazer o que vem depois da venda virar negócio de verdade.
Quinze desses anos foram na John Deere: liderei a reversão da rede de serviços de Mato Grosso, assumi a expansão de Connected Solutions pela América Latina, estruturei a John Deere University como unidade de negócio e conduzi projetos de inovação aberta com hubs como o PwC AgTech Innovation. É o mesmo repertório que hoje sustenta cada mandato da Ritter Partners.
Fomos forjados em dezessete anos de campo, fábrica e rede. Trabalho onde existe problema real, complexidade suficiente e espaço para deixar algo que continue funcionando depois.
É o trabalho de transformar o que acontece depois da venda — serviço, peças, suporte técnico, rede de concessionários — em motor de receita, não em centro de custo. Isso passa por quatro alavancas: infraestrutura, prova de valor, modelo comercial e prontidão de gente.
Para fabricantes de máquinas agrícolas e industriais, e para redes de concessionários que precisam profissionalizar pós-vendas, serviços conectados ou a gestão do canal — quem já sente a dor de margem apertada, rede desalinhada ou tecnologia sem adoção.
Cada mandato nasce de um diagnóstico direto: qual das quatro alavancas — infraestrutura, prova de valor, modelo comercial ou prontidão de gente — está travando o resultado. Daí em diante, o trabalho é de implementação, com metas medidas.
Varia com a complexidade do problema. Os mandatos de referência — Mato Grosso, América Latina, EEMA Saúde — levaram de alguns meses a poucos anos para virar resultado mensurável. A Ritter Partners atende poucos projetos por vez para sustentar esse prazo com profundidade.
Dezessete anos de operação real — campo, fábrica, rede — antes de qualquer slide. Não é framework genérico: é o mesmo método testado dentro da John Deere e fora dela, com prova em métrica, não em teoria.
A Ritter Partners atende por indicação e contato direto, sem formulário de qualificação. Basta escrever para contato@ritter.partners contando o problema — a primeira conversa é sem compromisso, só para entender se o encaixe existe.
A Ritter Partners atende por indicação e contato direto. Uma conversa, sem compromisso, para entender se o encaixe existe.
Estratégia que cabe no campo.